Entrevista com o Autor - Maik Bárbara

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Na continuação das entrevistas com autores aqui do Moviemento, temos o prazer da presença de Maik Anderson Bárbara. Nascido em Franca SP como se descreve no site de seu livro www.omestremantenedordemundos.com.br ; é "...marido, pai, empresário, ator, roteirista, professor, diretor de teatro amador, designer gráfico, praticante de arte marcial, instrutor de arma tática, e autor". Prestes a lançar o livro "O Mestre Mantenedor de Mundos".



Bom dia Maik. É um prazer tê-lo aqui no Moviemento. Em primeiro lugar uma curiosidade: Maik Anderson Bárbara é seu nome de batismo ou nome artístico? Diga-nos como conciliar tantas funções assim, seja no lado pessoal ou profissional?

Olá. Bom dia.
É isso mesmo, nome de batismo: Maik Anderson Bárbara. Tudo culpa do meu pai, filmes e de alguns alemães. Explico: Barbara veio de descendência alemã (meus tatatatataravós eram de lá), e o Maik do eslavo (inspirado em filmes que meu pai assistiu, viu e gostou do nome). Ao contrario do que muita gente pensa, escrito dessa forma, meu primeiro nome não está errado. Na verdade foi na adaptação da pronuncia do nome eslavo para o inglês que se mudou a forma de escrever para a forma que eles pronunciavam, desse jeito ficou então, em inglês, Mike. hehe

Enfim, como conciliar tudo? Não sei não... estou tentando encontrar a formula ainda. Todavia estou fora dos palcos atualmente, e dedicando minha arte à literatura, não sem usar minhas habilidades teatrais. Trabalho com comércio exterior e estudo, aprendendo e tento ser melhor a cada dia no que me propus a fazer, ou seja, criar mundos e histórias, ser um autor, um escritor, já que escrevo ficção, e voltada para o realismo fantástico – me utilizo da realidade para que a fantasia se aproxime do real, dessa forma o leitor aprende sobre diversos campos das ciências humanas e ainda se diverte com mistério, ação, trama, enredo e tudo mais.


Uma pergunta que nos intriga aqui no Moviemento: Como a literatura chegou até você, e depois disso como se tornou um autor?

A literatura chegou até mim um pouco tarde, aos doze anos de idade.
Sempre fui muito pobre, morei em locais precários, e trabalho desde meus 9 (nove) anos de idade, abdiquei de muita coisa na vida, na minha infância para poder ajudar no sustento da casa. Mas, uma das que não abri mão, e decidi fazer, e fazer bem feito desde criança foi ESTUDAR. Com o tempo e trabalhando fora, aos 12 anos consegui um emprego em uma escola de inglês, e por lá fiquei até meus 21 anos e meio. Durante esse tempo fiz de tudo um pouco, e justamente nesse primeiro e segundo anos iniciais nessa empresa minha função, entre outras, era fazer o movimento bancário, ficava horas a fio em filas intermináveis de vários bancos por dia. Nessa época que Harry Potter me atingiu.


Foi quando percebi que a literatura não era apenas escritores chatos de cinquenta, ou cem anos antes... de autores consagrados da literatura brasileira, ou não, de autores com linguajar difícil, ultrapassado e com textos cheios de subterfúgios não entendíveis (para um jovem daquela idade) e entrelinhas. Mas não! Entendi que literatura era aquilo que te morde, que te prende, te faz se transportar através de sua mente, que te deixa presente em corpo num local, todavia ausente em espírito, ele fica à solta, livre, voando por mundos jamais imaginados e vivendo aventuras nunca possíveis se não ali.

Antes disso, de tentar ler Harry Potter e a Pedra Filosofal, eu lia esporadicamente livros da famigerada série Vaga-Lume, mas nunca tive aquela paixão como a linguagem simples, atual, direcionada e divertida que J. K. Rolling aplicou em seu primeiro livro do bruxo mais famoso da atualidade.

Harry Potter só chegou as minhas mãos, pois eu passava em frente à biblioteca municipal da cidade quase todos os dias, e certa tarde eles ficaram abertos até mais tarde e tive a oportunidade de entrar!

Mas, me tornei um autor apenas alguns anos depois, logo após o Grupo Teatral Raízes do Princípio parar suas atividades, grupo este do qual eu ajudava a coordenar, era ator, desenvolvia roteiros e em resumo, fazia de tudo um pouco, como todo bom brasileiro.

Eu e um grande amigo, atualmente também autor, Mickael Menegheti, sempre coordenávamos as direções das coisas no grupo, e depois da Cia de Teatro se desfazer, decidimos abraçar o que nos comichava, a vontade de deixar nossa marca no mundo através de escritor, de livros.

Passamos a estudar firme sobre o assunto. Claro que nossa experiência no teatral e embasamento teórico de mais de 9 anos de experiência (entre prêmios e festivais que ganhamos e participamos) nos deu certa vantagem, entretanto tínhamos muito ainda a estudar.

Nossas primeiras palavras escritas vieram depois de muito estudar, e logo após os estudos, depois de muita pesquisa (a fase mais prolongada de uma obra)... isso se deu depois de quase dois anos.

Enfim, foi assim. Hoje estou em mais de um projeto de escrita. Tenho a série O MESTRE MANTENEDOR DE MUNDOS, mas também tenho um outro que estou desenvolvendo, que modéstia a parte, está ficando ótimo!


Quais os autores que lhe inspiraram? Julga-se influenciado por algum em especial no seu atual momento?

Os autores que me inspiraram são muitos, alguns deles cito: John Michael Crichton, Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (vulgo Antoine Saint-Exupéry), Francine Prose, Victor Hugo, Joanne Kathleen – nome da avó que ela colocou no meio de seu nome quando publicou o primeiro Harry Potter - ficou uma abreviação mais interessante segundo sua editora - Rowling, Conan Doyle, John Ronald Reuel Tolkien, Christopher Vogler, Joseph Campbell, Júlio Verne, Augusto Boal (de muitas formas), Rick Riordan, Sun Tsu, Spencer Johnson, Maurice Druon, C. S. Lewis, Rodorick Gordon e Brian Williams, Manuel Bandeira, Mickael Menegheti, Júlio Bentivoglio, entre muitos outros. E já peço desculpas pelas que esqueci...
Influenciado? Claro! Todos somos!
Cabe a nós mesmos ter a capacidade de enxergar, e admitir tal fato, o que nos influencia. Acredito que no meu caso, sou influenciado por aquilo que me morde, que me cativa, ou seja, literatura infanto-juvenil, juvenil e YA (Young Adult - Jovem Adulto). Não é a toa que escrevo para esse publico... ;)


Atualmente você se dedica mais a literatura, certo? Qual o segredo ou a estratégia para novos autores ou autores independentes conseguirem conciliar suas vidas profissionais, pessoais a essa campo meio "marginal" em que a literatura se mostra para esses autores?

Dedico-me à literatura sim. Sonho, mas acredito que no Brasil seja marginal demais nesse mercado para me nomear qualquer dia “dedico-me TOTALMENTE à profissão de AUTOR/ESCRITOR”.
O mercado brasileiro se mostra capitalista e disseminador do que já é sucesso e/ou do que tem garantia de lucros.

Claro que devemos enxergar o lado das editoras também: gastar rios de dinheiro (irônica, figurativa e literalmente rios de dinheiro) para, enfim, ter uma obra no mercado que seja digna de ser vendida e cativar publico.

Não se pode sair apostando em qualquer um, mas também não se pode rejeitar os que por aqui estão e carregam qualidade impar com eles!
Há falhas em muitos momentos, tanto do lado da editora quanto do autor iniciante.
Acredito ser justo quando cito:


1. O aspirante a autor não se prepara!
Muitos acham que apenas por saber um bom português e gostar de ler, e entender alguns mecanismos de tramas e enredos (assistindo filmes ou lendo mesmo), ele já se qualifica um autor. Saibam eles, que fora do Brasil existem muitas Universidades que oferecem o curso superior de Escritor! Isso mesmo, curso superior para se formar na profissão de escritor. Francine Prose que não meu deixa mentir com seu livro Para Ler Como Um Escritor.

Mas, não apenas isso, o aspirante que sequer sabe o que significa “A Jornada do Herói”, ou quem é Joseph Campbell (entre muitos livros: O Herói de Mil Faces). Ao menos se conhecer Christopher Vogler (livro: A Jornada do Escritor), já é um bom começo.
Também há de se saber um pouco de psicologia, sociologia, antropologia e até filosofia (fora a parte da pesquisa especifica que vai se alterar de história para história). No livro há muitos personagens, mas autor há apenas uma. O escritor deve ser todos os personagens ao mesmo tempo, e conseguir fazer de cada um deles uma pessoa impar, diferente. Cada um terá suas manias, seus medos, seus jeitos e trejeitos, suas características físicas e psíquicas, sua forma de falar, sua personalidade, seus distúrbios, entre muitos e muitos outros fatores. Construir um personagem da forma certa ou errada pode ser o decisivo para o sucesso ou não de uma peça teatral, dizia Boal. E por que não pensar dessa forma numa montagem literária, num livro!

2. As editoras não separam o joio do trigo.
A capitalização e necessidade voraz de viver, sobreviver e ainda crescer num mercado devorador de pequenos concorrentes é uma missão quase suicida, mas há empresários para tudo. Como foco de desejos e principalmente, lucratividade para o sustento e manutenção da instituição e seu próprio, o proprietário de uma editora no Brasil se força a agir com a razão por mais vezes que com seu coração literário.

A arte da literatura deve ser apreciada, mas também deve dar lucro! E é nessa corrida, em meio a trancos e barrancos, que a indústria literária brasileira começa a pecar.
Em vários momentos há chances de lucratividade para a editora, mas ela não enxerga o grande achado que tem nas mãos: um pouco pelas editoras estarem fartas de receber tanto material medíocre, e por também terem tantas opções vindas do exterior que têm venda certa, que preferem gastar quinze mil reais apenas com a tradução de uma obra, a ter que investir isso num autor nacional, mesmo que este autor seja de qualidade, todavia desconhecido, iniciante.

3. As editoras não “arriscam”, mesmo que o material seja muito bom.
Quando há a identificação de um bom, um excelente material, a editora ainda fica com o pé atrás, muito atrás, no que se refere em arriscar, ou não, em investir no desconhecido detentor de um primeiro livro, mas um ótimo primeiro livro - ele não tem publico, ou fãs. Não tem know-how, não tem disponibilidade para promover seu livro (indo em programas de rádio, viajando pelo país, eventualmente viajando para participar de programas de TV, eventos diversos, feiras literárias, etc.).


4. O leitor brasileiro é resistente, preconceituoso e adora modinhas.
E ainda temos que lidar com um público pequeno, pois a cultura da leitura brasileira vem crescendo, mas a passos muito, muito, muito lentos.
Aos que começam a habituar-se na leitura por tempos como os nossos, atuais, às vezes dão preferencia para o que o marginal mercado oferece, ou seja, vão atrás das modinhas literárias enlatadas e estrangeria. Eles vêm os reviews e sabem que há muita gente falando bem, então procuram, compram, pedem pelo livro. Ou se influenciam por sucessos anteriores, e compram.
De uma forma ou de outra, a limpeza deveria começar de vários locais diferentes e ao mesmo tempo.


Sobre seu atual projeto, fale-nos mais sobre o livro "O Mestre Mantenedor de Mundos". Do que se trata e porque a escolha por esse caminho mais voltado a ficção científica?




Citei acima que me foco na ficção científica, ou ficção especulativa, pois é o que me ínsita, o que me prende a atenção, mas acima de tudo, desde criança fui muito imaginativo. Vivia com a cabeça nas nuvens, dizia minha mãe.
Era verdade, mesmo!

No curso superior, Administração de Empresas, consegui reverter esse potencial imaginativo meu em material intelectual para maximizar minhas aptidões na área, o que me dá certo diferencial. Todavia, foi no teatro que pude explorar à vontade esse meu potencial imaginativo, aprendi muito e expandir minhas capacidades criativas, assim como o aprendizado que aplico na criação de meus personagens, na verossimilhança (se algum autor ler isso e não souber o que é verossimilhança, sugiro que pare, vá, descubra, compreenda, e depois volte a escrever... hehe), e nos demais aspectos que uma história necessita.

Afinal, o livro O Mestre Mantenedor de Mundos: A Ameaça de Unnova é uma aventura, o primeiro de uma série que mistura ação, comédia, drama, mistério, suspense, realidade e ficção. O título e subtítulo entregam um pouco do mistério que aguarda o leitor. Não posso falar muito, mas pelo material (orelha de livro, contra capa, prólogo, e em breve o primeiro capítulo da obra) que já há no site e fanpage (facebook.com/MaikBarbara), já se tem um bom gostinho do que recheia a obra.
De qualquer forma, posso falar da sua publicação e fatores, técnicas e formas usadas em seu desenvolvimento, talvez sirvam de valores a agregar para novos e aspirantes a escritores pensarem um pouco mais nas entrelinhas do que significa um livro escrito e o que ele carrega.

A publicação do Mestre Mantenedor de Mundos é interessante em diversos âmbitos, pois em sua mitologia apesar de parecer similar ao que já se tratou um dia, apenas se parece. Ela vem com muita inovação em sua forma de ser explorada, fazendo referencias a princípios básicos, lógicos e científicos de química, física, física quântica, astronomia, matemática, geografia, história, entre outros... que proporciona maior realismo à ficção. Também há o desenvolvimento dos personagens, enredo e trama, que trabalham temas voltados ao conhecimento científico, que por vezes são questões evitadas pelo publico jovem frente sua complexidade, todavia destaco que tudo é passada de forma simples, fluente na leitura e gostosa de ler, facílimo de entender.

Destaco também o método de desenvolvimento linear da trama. A estrutura da história tem uma curva crescente de ação, trama, enredo e mistério, fazendo assim com que a aventura e atividade frenética das ações a se discorrer na história aumentem mais e mais, página após página, capítulo por capítulo... prendendo a atenção do leitor e criando mistérios de pequeno, médio e grande porte, dos quais juntamente à apresentação da mitologia incitam mais e mais à leitura. A linguagem simplista e direta da narrativa torna a fluência de leitura e a fruição de páginas um fator determinante para o apego do leitor à obra.

Frente a todos esses fatores, o livro não foi criado para ter altos e baixos, mas apenas altos. Essa característica está presente desde a primeira linha até o final da obra, entretanto fica bem clara após o capítulo 17, onde essa curva fica mais íngreme e a ação aumenta vertiginosamente.
Temas e explicações são trabalhados sob uma ótica de esclarecimento dinâmico e de fácil entendimento. Simples, porém não simplista! Trazendo assim atributos até acadêmicos à publicação. Fantasia e realidade se unem e completam-se nessa ficção de fantástica realística.


O MESTRE MANTENEDOR DE MUNDOS: A AMEAÇA DE UNNOVA vem, por fim, trazer e expor discussões sobre temas atuais como discriminação social, destruição do meio ambiente como fruto das mazelas da sociedade, política, ambição, a abordagem do eterno confronto entre o bem e o mal, e discussões metafísicas. Por último, mas não menos importante, ainda mostra as superações de obstáculos e o crescimento pessoal por meio do desenvolvimento de identidade através da persistência, aprendizado por análise, e experiências de tentativas e erros, mostrando pontos fortes de uma formação psicológica básica e sadia de um adulto responsável.


O livro entre outras coisas trata da coexistência de mundos. Que relação se pode fazer com esse tema a nossa "realidade", que hoje se divide de forma intensa e constante entre o mundo real e o virtual, o que acha da maneira com a qual as pessoas lhe dão com essas "realidades"?

Na verdade, a convergência de mundos que trata o livro é bem mais ampla, ele fala de vários tipos de mundos (não vou citá-los), mas um dos que não trata diretamente é esse transito atual entre mundo real e virtual. Haja vista que o personagem principal não se dá bem com aparelhos eletrônicos. Mas, de qualquer forma, a intenção de distanciá-lo desse mundo virtual, e fazer com que o leitor, mesmo que nas entrelinhas/ indiretamente, entenda e reflita sobre a ausência de videogames, celular, telefone, rádio, controle remoto, fone de ouvido, tablete, e até mesmo energia elétrica.

Ao ler o livro, em seus primeiros capítulos, já se sente o drama do personagem principal...
Quanto minha opinião sobre essas realidades: acredito que equilíbrio seja a palavra certa. Há sim aqueles que se dedicam demais ao virtual, e esquecem-se do que há na realidade. Há os casos que é muito mais fácil interagir socialmente de forma virtual, é mais fácil ser engraçado virtualmente, é mais fácil fazer amigos, tratar uma foto e ser diferente, mudar a aparência. É mais fácil ir até o outro lado do mundo, namorar (às vezes), e mais fácil também perder a namorada ou namorado por motivo da compenetração demasiada nesse mundo virtual de uma das partes.

Enfim, essa construção: “é mais fácil”, faz com que a aderência social nessas mídias recorrentes tenha também efeito filtrador de faixa etária, perfil psicológico e classe social, só que de forma diferente do normal: todos se misturam e tiram suas mascaras da realidade e usam suas mascaras do virtual.

O ser humano é difícil de entender, e muito mais difícil de explicar. Eu tento entender e explicar a mim mesmo há muito tempo, e ainda não consigo. Quando eu descobrir uma forma certa de falar de uns sem generalizar, entrar nos direitos ou ofender outros, ou a mim mesmo, ai volto e deixo minha opinião da forma mais parcial possível... ;)


Conte-nos (se puder): Existe algum outro projeto literário em vista? Pensa em manter-se no caminho da ficção científica ou pode ir para um romance mais tradicional, suspense, etc.?

Claro! Estou escrevendo a continuação do primeiro livro. Tal obra se chama: O MESTRE MANTENEDOR DE MUNDOS: AS QUANTAS DO TEMPO... está ficando melhor que o primeiro! ;)
Além dele, há outro projeto em desenvolvimento e pesquisa. Inicialmente escrevi os dois primeiros capítulos em forma de conto, uma técnica de escrita que estou aplicando nesse novo livro. Ele é uma ficção e também um mistério, mas que tem um ar de realidade, onde faço com que criaturas mitológicas se aproximem tanto da realidade biológica que conhecemos, que o leitor irá se questionar: - Será mesmo que não existiram? Esse outro projeto tem o nome provisório de Chronus-Drakun.

Como já citei, uso uma técnica de escrita diferente nessa obra, escrevo em forma de conto, sendo assim, a cada capítulo os fatos são rápidos e dinâmicos, cheios de ação, conclusões e descobertas. Um atrás do outro dão corpo à trama maior, mas em seu desenvolver em forma de unidade por unidade, também podem ser entendidos.
Me forcei a experimentar algo que deu muito certo, esse primeiro capítulo/conto reflete isso, ou seja, está escrito apenas em forma de dialogo.
Irei publicá-lo na sessão de Contos no site: www.nerdpride.com.br , na próxima semana. Passem por lá para darem uma olhada.

Bom isso é tudo, agradecemos muito a atenção e desde já lhe desejamos muito sucesso! 
Deixe aqui um recado a novos autores e aos seus leitores:

Aos novos autores desejo sorte, e muita raça!
Escrever pode parecer a parte mais difícil, mas depois de passar por estudos, aprendizado, criação, pesquisa, mais aprendizado, escrita, revisão, reinvenção, adaptação, análise de verossimilhança, mais revisões, e finalmente ter o livro escrito, o original... ai sim vem a parte difícil: publicar em uma editora comercial – mesmo que seu material tenha uma ótima qualidade! ;)

Aos leitores: sigam a página do livro no facebook.com/MaikBarbara e passem por lá para darem uma conferida na contra-capa, capa, orelha de livro e prólogo que foi publicado por lá... não irão se arrepender. Postem perguntas, peçam dicas, e se eu for qualificado para ajudar, com prazer irei fazer posts para tal!

Irei começar uma aba nova no site www.nerdpride.com.br sobre Dicas Para Novos Autores, acompanhem o site, e também sigam no facebook.com/NerdPrideBR...

E aguardem, A AMEAÇA DE UNNOVA está por vir, e tudo que é conhecido, pode não existir mais...



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