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Mini conto publicado originalmente no Ninho de Escritores, comunidade online com diversos exercicios para praticar a escrita, ler e ser lido trocando impressões e críticas construtivas...
Lá o título do conto era "Proibido trafegar no acostamento", optei por simplificar mais por aqui...

No acostamento -


Não aguentava mais deixar o braço reto, daquela maneira bem esticado invadindo parte da estrada. A pilha do walk-man acabou. Teve preguiça de tirar os fones que àquela altura eram apenas ornamentais. Apoiou o cotovelo na barriga e deixou apenas o antebraço como apoio sustentando a mensagem que o dedo enriste comunicava.

Não percebeu se o pôr do sol foi bonito ou nublado. A noite se instalou triste e deserta. Alguns ônibus indicavam em seus letreiros lugares que ele gostaria de conhecer, mas os motoristas não aceitavam o acordo que sua mão propunha. Um carro parou pra pedir informação e foi embora, outro passou em alta velocidade enquanto as pessoas lá dentro o xingavam de tudo quanto era nome. Um terceiro estacionou e ligou o pisca-alerta, quando ele se aproximou viu o carro ir embora e conseguiu ouvir outros xingamentos…

Nem hotéis ou pousadas por perto, nem pontes para se proteger abaixo delas ou encerrar algum problema acima. A estrada livre e interminável lhe convidava para um caminhar sem fim e sem futuro, ao redor o vazio da vegetação seca não lhe oferecia abrigo. Permanecia preso sem muros ou grades.

Durante a noite o volume de carros, ônibus e caminhões diminuiu drasticamente, assim como o número de xingamentos e falsas caronas. O sol não demorou a aparecer, veio violento contra o asfalto e a mata quase morta.

Mas o homem permaneceu inabalável diante de tudo, carros, caminhões, astros e xingamentos. Obstinado com o polegar em sinal positivo, paciente como Buda aguardando pelo momento em que finalmente poderia usar todas as facas, lâminas e outros objetos cortantes que carregava na mala de falso viajante… Tinha verdadeira fé que alguém em algum momento aceitaria participar de sua jornada…


Terminou todas as tarefas do período da manha e tarde. Poderia adiantar os serviços noturnos e da madrugada. Talvez os trabalhos dos outros dias e da semana inteira também poderiam ser liquidados. No entanto, fez outra escolha. Aproveitou que estava sozinho na casa, ativou seus sensores de presença num raio de 100 metros, conectou-se com as câmeras da casa e invadiu os sistemas de segurança de toda a vizinhança, casas, comércio e ruas. Tudo monitorado, se os patrões voltassem antes do tempo previsto, não seria surpreendido.

Tomou posição na cadeira, com os dedos ultra-rápidos digitou a senha do computador memorizada em seu banco de dados. Abriu o navegador e digitou o endereço do site. Em outros tempos seria muito mais simples abrir um livro e com a sua leitura dinâmica, os olhos como radares, percorrer centenas de páginas em minutos... Mas não existiam livros naquela casa, os livros eram raros em quase todos os lugares. Sabia porém, que alguns sites antiquados e démodés ainda mantinham alguma literatura viva, escondidas numa "prateleira" bem ao fundo da loja, num lugar deserto e inabitado que ninguém mais se interessava.
Mas ele tinha interesse, embora não pudesse expor esse capricho aos patrões ou ao outros funcionários como ele. 

Digitou seu login e senha

X501PHIL - (PHIL para os íntimos)
*********

Tudo certo até ali, o espaço o acesso, a privacidade e tranquilidade para o seu momento de leitura tão aguardado. Contudo, sua integridade e honestidade intrínseca em cada um de seus parafusos, e as leis básicas da robótica o impediriam de ultrapassar aquele último estágio.

PROVE QUE VOCÊ NÃO É UM ROBÔ (    )
Exigia o site antes de ceder o acesso.
Triste, desistiu e voltou aos trabalhos noturnos ao redor da casa, manter a limpeza, temperatura, vigília dos arredores do quintal, manutenção da rede e retirar o lixo...

Voltou a sua vida, roboticamente...


Duas tentativas de fazer uma descrição de personagem, escolhendo palavras de uma área específica como adjetivos para descrição. 

Texto I

No reflexo do espelho tentava identificar o GRID em que foi baseado a construção de seu rosto. - Talvez modular. Pensou, buscando explicações para cada um daqueles elementos bem destacados, respeitando um alinhamento justificado que deixava tudo bem ajustado porém, fazia também com que olhos e bocas parecessem esticados. Com o cabelo tentava quebrar a monotonia de toda aquela harmonia, provocando contrastes com suas linhas finas e contornos desiguais. Mesmo assim, o layout do seu “cartão de visita” era aquele, normal, que no entanto, aos prestarmos mais atenção encontraríamos diversas irregularidades, constatando que a assimetria da natureza reinava por ali. Mais poderosa até que a proporção áurea que coexistia nos melhores trabalhos gráficos, baseados em briefing bem descritos. 
- Ah se pudesse usar os filtros do Photoshop, ferramenta clone para limpar espinha, Blur, Radlaby, Sponja e outras ferramentas para amenizar sardas e manchas da pele. Lamentava num pensamento silencioso e estridente dentro de sua cabeça. Contudo, em relação a sua palidez e a cor de seus cabelos, aqueles pequenos pontinhos magentas completavam a tríade em sua paleta de cores.

Mas não só os programas gráficos poderiam dar jeito em sua pessoa, pois seus gestos e movimentos eram itálicos e sua voz minúscula. Sonhava com o dia em que suas frases fossem formadas por fontes bold e tivessem o peso de palavras em CAPS LOCK, mas que fossem também belas e únicas como uma tipografia baseada em movimentos de pincel.

De todo modo precisaria de muito mais esforços e um redesenho de seu logotipo. Como primeira ação deveria largar aquelas roupas e o habito de vestir-se sempre em tons de cinza, para mergulhar no mar da possibilidades CMKY, retocar a tatuagem como um verniz localizado para assim comunicar-se, ser inserido no mundo onde ultrapassariam sua carcaça, capa e contracapa atraindo assim todos ao seu redor para conhecer os tesouros de seu verdadeiro conteúdo.


Texto II


Tinha os olhos dum azul mais do que artificial, numa escala industrial de CMKY, sendo composto por 92% de Ciano, 71% de magenta, 0 Yellow e 0 black. Era a formula “mágica” que deixavam aqueles olhos tão lindos e desconfortáveis de encarar frente a frente.

O rosto num grid modular tinha cada elemento bem destacado, boca, olhos, nariz e todas as outras partes da face sem nenhum conflito, no máximo no contraste desejado para um layout perfeito, clean e legível.

O tom de pele perfeito tratado em photoshop, ferramente clone, filtros de instagram, deixavam até mesmo as sardas como a terceira parte da tríade de cores, essa destinada aos detalhes, eram verniz localizado aplicado ao rosto.

Em contraste a todo esse equilíbrio estético, quando se movimentava revelava um caminhar itálico, devido a um problema de nascença na cintura. Também por conta disso, seus gestos eram minúsculos, um manuscrito tremido e atabalhoado, que não deixavam transparecer sua confiança e personalidade segura, forte, Bold.

Dessa forma com todos esses constrastes, entre uma bela capa e uma surrada contra-capa, poucos davam-lhe oportunidades, folheavam suas páginas e alcançavam seu real conteúdo, distribuído em estrofes e capítulos sedentos de visitação.


Em umas das tarefas do primeiro módulo da Clipe 2015, curso de preparação para autores realizado pela Casa das Rosas em São Paulo, foi proposto aos alunos, investigar, observar e exercer os diferentes tipos de narradores em suas histórias.

Abaixo seguem três versões de uma mesma história contadas por narradores diferentes.

A incrível história do homem que desistiu de viver

3ª PESSOA - narrador oniciente, aquele que sabe de tudo, pensamentos, ações dos personagens e o porque de cada coisa.

Era uma vez um homem que desistiu de viver... No entanto, não se jogou da ponte, nem tomou veneno ou deu um tiro na têmpora, embora o som da palavra cicuta lhe agradasse e lhe fazia lembrar daquele filósofo com nome de jogador. E assim um misto de dó e dor faziam com que ele gostasse ainda mais daquele homem, mais do filósofo do que do jogador, já que este último nunca defendera as cores do seu time de coração.

Um pequeno homem, diziam sobre o filósofo, baixo e feio diziam as más línguas dos historiadores. Como Jesus Cristo foi acusado de corromper a juventude com suas ideias. Fato é, que de todos esses homens, nenhum tinha desistido de viver, mas ele sim tinha.

Alguém lhe disse que; desistindo de viver, ele se transformaria em uma pessoa extraordinária. Não o extraordinário de belo, maravilhoso exemplar, mas alguém fora da ordem, fora do normal, fora daquilo que se esperava das pessoas corretas. Desistindo ele estaria  fora do combate bravio e rotineiro “Que só os fortes aguentam”, diziam com olhos fechados e dedos em riste como se apontassem aos céus ou a outra verdade absoluta.

Mas ninguém entendia que desistir não era ficar trancafiado numa sala vivendo sobre a cama. Nem jogar-se dum alto prédio ou na frente do trem. Muito menos que todas essas possibilidades, com uma admirável destreza de não fazer mal a ninguém, nem mesmo a ele. O Homem tinha desistido de viver, mas continuava a pagar suas contas, ir ao trabalho, subir e descer escadas. Trocava ou comprava novas roupas e lavava a calçada aos finais de semana, tudo o que as outras pessoas cheias de vida faziam, mas ele... tinha desistido.

2ª PESSOA - O narrador é próximo do personagem, tem algum grau de parentesco ou intimidade, pode-se direcionar diretamente a ele, emitir sua opinião sobre as ações e pensamentos do personagem, no entanto, aqui o narrador não sabe de tudo, mas baseado no conhecimento que tem o personagem, pode "prever" algumas de suas ações.

Homem!!! Pra que desistir de tudo? Que fraqueza é essa? Bom menos mal que não vai se jogar da ponte, era só o que faltava né? Também não vá querer dar uma de poeta romântico e contrair tuberculose por ai, ou outra doença fatal. Seja homem que história é essa de desistir de viver?

No entanto, lhe aconselho por esses dias a ficar longe daquelas leituras que lhe deixam tão pra baixo, Sócrates que foi mal interpretado e injustamente morto, eu sei, é de foder uma coisa dessa. Mas também o que você quer? Em contra partida disso outros paspalhos dão com uma doze na cabeça, aquele louco varrido do Hemingway, não é parâmetro pra ninguém! Esqueça! Pense então no Sócrates do meu Timão, sei que você lamenta o fato dele nunca ter jogado pelo Palestra, mas são coisas da vida, paciência.

Por outro lado amigo, esqueça essas pessoas que dizem que desistir é coisa de fracos, é pecado e outro monte de baboseira. Porque eles burros levam tudo pro lado literal da coisa, acham que você vai se matar mesmo, se jogar da ponte, cortar os pulsos e esse monte de merda que as pessoas fazem por aí. Não é assim né?

Pois bem amigo, eu digo a você não desista, digo isso como conselho, mas a escolha é sua e não irei gostar mais ou menos de você por isso. Na verdade vou virar as costas e deixar você com seus pensamentos e filosofias, ou a total ausência desses.

Tranquilo, sem remorso de deixa-lo só, pois sei, que você continuará lavando a calçada, vai continuar a pagar as contas, ir ao trabalho, subir e descer escadas. Independentemente do que você escolher, ninguém vai notar, nem vão te aplaudir ou vaiar, ninguém vai perceber, mas eu sei amigo... que você... Desistiu...


1ª PESSOA - É o próprio personagem que narra a história, portanto, todas as ações e a narrativa por completo segue o seu ponto de vista, opinião e tendências, pode ser o tal do narrador não confiável que pretende que o leitor aceite a sua história.

Primeiro veio a revolta por tudo e por nada, vontade de explodir e ser a bomba que levaria tudo ao redor para os ares. E foi dia e noite, meses e anos de altos e baixos que levaram a cicatrização forçada das feridas, e o corpo e a alma calejarem. A partir daí, não quis mais nada, nem xingava mais o juiz ladrão ou o centro avante perna de pau que perdera mil gols. Nem políticos safados nem amores traídos, chegou o tempo em que eu desisti de tudo, tudo mesmo, inclusive de viver...

Contudo, a consequência de desistir não seria pular da ponte, cortar os pulsos ou beber cicuta igual fizeram Sócrates beber. Ah... Eu desisti até mesmo da filosofia e meu último pensamento espontâneo foi imaginar o Dr. Sócrates vestindo a camisa do Verdão. Mas também não ligava mais pra isso, desisti do grito de gol no meio da comemoração enquanto a rede ainda balançava.

Eu bem sei que nenhum dos Sócrates e outros mártires ou homens admiráveis tinham desistido de viver, mas eu desisti. Então vieram  todo tipo de gente conversar comigo, religiosos, moralistas e falsos amigos em tom de alerta dizendo: Que se eu desistisse, seria alguém extraordinário, e explicavam como se eu fosse uma anta e não entendesse. Extraordinário diferente de belo, exemplar, mas sim fora da ordem, fora do normal, fora da luta guerreira de cada dia que só os fortes aguentavam. E nesse ponto aumentavam o tom doutoral dos que sabem de todas as coisas.

Mas ninguém entendia que desistir não era de fato dar um fim na vida. Afinal, eu continuaria a pagar as contas, subir e descer escadas, comprar roupas novas, lavar a calçada e um tanto de outras coisas que essas pessoas cheias de vida faziam, mas eu ora bolas, tinha desistido...


Seguindo os passos ou melhor as passadas do autor e maratonista japonês Haruki Murakami, escrevo aqui mais uma crônica sobre o ato da corrida, posto que sem falsa modéstia sou um pouco menos escritor e muito menos corredor do que Murakami, já o autor de “Do que eu falo quando falo de corrida”, venceu vários prêmios literários, lançou dezenas de livros e completou várias Maratonas. 

Por outro lado, nesse abençoado ano de 2014 consegui lançar dois livros (Auto publicação) pela Editora Incomum, “Do Som ao Impacto” e “O Menino Susto”, enquanto isso escrevo outro livro de contos, visando um primeiro romance num futuro um pouco mais à frente.
No campo da corrida estou a um mês da prova de 16k do circuito Atenas que acontecerá no dia 27/07, aqui em São Paulo. Depois dessa vou rever meu tempo disponível, já que esse maravilhoso ano, além de muito trabalho, me reserva fortes emoções para o dia 18 de outubro, e para isso, para o “Futurinho” chegar, muitos detalhes e muitos outros cuidados são necessários. Assim sendo se a agenda permitir depois desses 16 quilômetro já inicío o treinamento para a Meia Maratona em Novembro, do contrário vou permanecer e focar na melhora nos 10K mesmo.

Falando de corrida, consegui estabelecer meu melhor tempo dos 5K, 26:40, o que é bom já que nem treino especificamente para essa distância e velocidade. Tenho feito três treinos,  velocidade, rodagem e longão, subindo esse longão até chegar aos 16K, alvo da prova, atualmente faço 13K além de outros dois dias de musculação. No começo do ano completei a São Silvestre(15KM), e essa prova agora funciona como um meio termo entre os 10 e os 21 quilômetros da Meia Maratona.

Consegui eliminar 3 kilos e atualmente me sinto mais leve, treinei algumas semanas na esteira,  fazendo 8 a 10 quilômetros, o que representa um tempo bem maior correndo já que a esteira nos segura, nos deixa mais lentos mesmo parecendo mais difícil manter certo ritmo em cima dela. Penso que isso ajudou bastante tanto na resistência física quanto na resistência mental. Continuar correndo, concentrado depois de 1 hora não é das coisas mais fáceis, ainda mais quando se está numa posição parecida a dos camundongos de laboratórios, correndo sem sair do lugar.

Agora são 4 semanas até o dia da prova, falhei na programação da semana passada que era 5k, 8k e 13k, mas acabei treinando três vezes na semana 5, 8 e 8k. Não foi de toda perdida. Para essa semana entre os dias 24/6 e 28/6 o cronograma é: 3ª Boxe – 4ª Corrida Tiro na esteira – 5ª Corrida rodagem na esteira – 6ª Musculação e Sábado 13k... Veremos...
Para quem me lê, se alguém me lê e por acaso estiver afim de dar os primeiros passos na corrida, aqui vai breve resumo dos primeiros passos à ser dado.


Não sou profissional, nem médico nem atleta, mas as dicas que seguem abaixo são de quem saiu do lugar, buscou informações e ajuda. Corri uma dezenas de provas além da São Silvestre e transcrevo mais ou menos o percurso que fiz até aqui...
Se você quer começar a correr a primeira coisa a fazer é começar a caminhar... Caminhe para um médico, faça um check-up geral e depois sim comece as atividades. Confesso que não fiz nessa ordem, mas o conselho é esse mesmo, principalmente se estiver um pouco acima do peso ou se já tiver chegado na faixa dos trinta e poucos bons anos de vida.

Ainda falando sobre o IDEAL, é importante ter um personal ou professor de academia por perto monitorando esses primeiros passos. Porém, como primeiros passos, entre exames, resultados e parecer médico. Você pode iniciar a caminhada na rua ou esteira, com um bom par de tênis próprio para caminhada ou corrida.
Acredito que nesse momento além da prevenção que você fará contatando seu médico ou profissional do esporte, é importante ter foco e motivação. Nós humanos somos sim movidos pelo desafio, além do desafio de nova jornada, vá mais longe! Inscreva-se de cara numa prova de 5K para daqui a 5, 6 meses, pague pela inscrição e divulgue isso em suas redes sociais. Além do compromisso particular seu com esse novo objetivo, você tem agora o compromisso financeiro, já que pagou por aquilo e não vai querer desperdiçar sua grana. Se isso não bastar,  o compromisso com seus amigos e secadores de plantão também pode-lhe impulsionar a continuar. Muitas pessoas vão lhe parabenizar e incentivar , algumas outras estarão em silêncio,  no aguardo, a espreita de seu fracasso ou desistência, em todos os campos da vida encontramos com esse tipo de pessoa. Mas amigo... Você não vai fracassar e dentro desses 6 meses é bem possível que estará concluindo sua primeira corrida de 5k (ainda que andando em alguns trechos).  

Por outro lado pode esquecer também esse desafio a terceiros ou inimigos e secadores imaginário, pois bem da verdade é que tanto faz você correr 5 ou 42 quilômetros. É bem provável que isso não mude nada na vida de ninguém, mas com certeza mudará e fará a diferença na sua vida, duma forma que só você entenda e que só a você fará sentido...
As corridas são ótimos lugares para conhecer pessoas, ver outros exemplos de superação e determinação. Além de toda a preparação, uniformes, organização de contagem de tempo, postos de hidratação e premiação, você encontrará uma atmosfera muito boa, de ajuda e incentivo dos corredores e do público que assiste a apóia do lado de fora. Nesse cenário todo é bem provável que você seja picado pelo bichinho da corrida, e rapidamente vai querer voltar para concluir aquela prova correndo por todo o percurso e depois refazê-la em menos tempo. 

Para esses novos desafios é muito interessante voltar aos passos iniciais, principalmente com um professor ou personal, pois agora seus objetivos são maiores e mais difíceis, antes você queria apenas começar a correr, agora, 6 a 12 meses depois você já é um corredor em busca de tempos menores ou distâncias maiores. Proteja-se, organize-se e vá em frente!!!

Segue abaixo uma propaganda muito legal da Olimpikus mas que serve muito mais como um video motivacional para corredores ou pretendentes a…