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EU, S.A. - Construa um exército de um homem só, liberte seu deus interior (do rock) e vença na vida e nos negócios.

Pouca gente sabe ou eu é quem não sabia, mas Gene Simmons um dos fundadores da banda KISS, além de roqueiro (Gene é aquele da língua gigante), possui um vasto conhecimento sobre empreendedorismo.

Gene divide seu livro em duas partes, EU e a segunda parte VOCÊ. Na primeira parte conta sua história desde criança, a vida difícil em Israel e os primeiros anos de imigrante nos EUA, terra que seu a Simmons diversas oportunidades, que no entanto ele soube aproveitar.

Outras histórias sobre a formação do KISS e as idéias por trás da banda que é muito mais do que apenas uma banda de Heavy Metal. Além de diversas empreitadas nos mais variados ramos que entre acerto e erros, sucessos e fracassos fizeram de Simmons um grande empreendedor.

Na segunda parte, o autor se dirige siretamente ao leitor, ao empreendedor ou quem pretende entrar no mundo dos negócios. Entre dicas e exemplos as vezes um pouco exagerados, Simmons não guarda nem se priva de nada. Afirma, antes do 30 anos, não se case. Ou em outro momento, determina: Fale inglês e sem sotaque!

Em partes algumas coisas podem parecer exageradas, mas Simmons deixa claro a todo instante, que não se trata de uma conversa entre amigos, nem conselhos amorosos ou auto-ajuda. Mas negócios, e o mundo dos negócios é implacável. O autor bate na tecla da determinação, essa pode ser a palavra chave de seu livro. O ponto alto do livro é o cappitulo onde o autor relata os seus diversos fracassos e de outros homens de sucesso, nomes como Steve Jobs, Ford e outros, que igualmente a ele, eu e você também fracassaram muitas e muitas vezes antes de sucesso, e mesmo depois do "sucesso alcançado, os fracassos nunca, jamais acabaram. Mas é preciso tentar, de novo e de novo...

Há muito tempo que quero ler esse livro, mais do que ler, admito o sentimento consumista e possessivo; a muito tempo quero TER esse livro. 
O projeto gráfico de capa e diagramação são de Rafael Nobre, excelente capista e designer, responsável também pela capa do livro A Festa do Século. Não só pela parte gráfica e o fato de ser um livro objeto, um livro de referências literárias e gráficas. Mas o texto de Sérgio Augusto flui informativo e literal,  saboroso.

Ao longo das páginas, fotos, mapas e gráficos ajudam a compor as histórias e informações. Para quem vai a cidade Luz, ou quem só pode conhece-la através das páginas. Para quem pode repetir cada trajeto, visitar cada lugar, ou mesmo para quem independente do lugar ou do contexto queira saber como se comportavam grandes autores em horas de ócio e festa...

‘’Se você teve a sorte de viver em Paris, quando jovem, sua presença irá acompanhá-lo pelo resto da vida, onde quer que você esteja, porque Paris é uma festa móvel’’, escreveu Ernest Hemingway, em carta a um amigo, em 1950.




É possivel que você leitor do Moviemento (apesar que desconfio que esse ser não exista...), não reconheça o nome de Markus Zuzak, pode ser também que não conheça ou tenha lido os livros "O Bom de Briga" e "O Azarão" que esse autor também responsável pelo badalado "A Menina que Roubava Livros", escreveu e recentemente foi adaptado para o cinema.

Ah! Agora você sabe de quem estou falando, pode ainda não saber mas sabe do que esse australiano é capaz. Pois bem, O Azarão é o livro que antecede a história de "O Bom de Briga", história da família Wolfe, mais própriamente dito dos irmãos Wolfe. 

O livro faz parte da trilogia dos irmãos Wolfe que segue depois com "O Bom de Briga" e termina com "A Garota que eu Quero", nesses três livros o autor trata da "evolução" ou da intimidade do jovem Cameron Wolfe, filho caçula de uma família de 4 irmãos, dois meninos e uma menina e pais igualmente austeros, como todo convivio entre irmãos com alto indice de hormônios no corpo costuma ser.

Em "O Azarão" Cameron se apaixona por uma garota, mas não tem a menor noção de como conquista-la ou até mesmo como revelar o sentimento e se aproximar da moça. Além do mais, o garoto a conheceu quando foi trabalhar de ajudante de encanador com seu pai, sendo o lado profissional mais um entrave para o relacionamento, não precisamente para o relacionamento mas para a confiança e auto-estima de Cameron, sempre em baixa.

Ao menos em "O Azarão" e no "O Bom de Briga", o que mais chama atenção no texto e na história, é a pegada do autor, o foco pelo qual ele nos faz transitar ao ver personagens tão ricos e verdadeiros, diz-se por aí que essa trilogia tem muito de auto biográfico de Zuzak, contudo, o autor consegue criar um personagem bastante complexo, pois se o convívio com a familia e principalmente irmãos é marcado por socos e pontapés, existe sim carinho e afeto entre esses familiares e mais ainda entre Cameron e Ruben Wolfe que fazem quase tudo juntos, embora sejam bem diferentes um do outro. Assim, desde pequenos furtos, ou planos a furtos maiores que nunca acontecem, outros delitos e treinos de boxe, os irmãos vão descobrindo seus limites, as dificuldades do dia a dia e a necessidade de estarem cada vez mais unidos.

O texto é simples e fácil de ler, há sim algo diferente como os pensamentos dos personagens que se apresentam quase como uma invasão em partes do romance. O autor consegue criar personagens verdadeiros que tornam sua aceitação e empatia, complexa, pois não estamos nem diante de vilões, tão pouco de heróis, e entre admirações e decepções, concordando e discordando de cada decisão, o leitor se depara não apenas acompanhando mas torcendo para que tudo acabe bem.

Livros do autor: 
The Underdog (1999) - O Azarão 
Fighting Ruben Wolf (2000) - Bom de Briga 
When Dogs Cry (2001) - A Garota Que Eu Quero 
Bridge of Clay - A Ponte de Clay, ainda não publicado. 


Trechos do livro:

..."Estávamos vendo tevê quando decidimos assaltar o dentista. — O dentista? — perguntei ao meu irmão. — Claro, por que não? — Foi a resposta que ouvi. — Você sabe quanto dinheiro entra numa clínica dessas durante o dia? Chega a ser obsceno. Se o primeiro-ministro fosse dentista, o país não estaria do jeito que está agora, sério. Não haveria desemprego, nem racismo, nem machismo. Só dinheiro. Certo. Concordei com meu irmão, Ruben, só para deixá-lo feliz. A verdade é que ele estava apenas se exibindo. Um de seus piores hábitos. Essa era a primeira verdade, mas tinha outra. A segunda era que, mesmo que tivéssemos decidido assaltar o dentista, nunca faríamos isso. Até agora, nesse ano, tínhamos prometido assaltar a padaria, o hortifrúti, a loja de ferragens, a lanchonete e o oftalmologista. Nunca aconteceu. — E desta vez, falo sério. — Rube sentou-se na ponta do sofá. Deve ter percebido o que eu estava pensando. Não íamos roubar nada. Éramos casos perdidos...


...Nosso plano era ir atrás dele rápido. Não adiantava esperar uma semana ou duas. Se esperássemos, a vontade de tirar a limpo aquela história com o cara ia passar. Sem chance de isso acontecer. Descobrimos que o tal Bruce Patterson estava saindo com outra garota havia cerca de um mês e enganava minha irmã, aparecendo por aqui. Era um tapa na cara de todos nós, que o deixávamos entrar em casa, enquanto ele andava por aí com alguma vagabunda. — Será que devemos acabar com ele? — perguntei a Rube, mas ele só olhou para mim, com ar de riso. — Tá falando sério? Olhe o seu tamanho. Você é tipo um chihuahua e o Patterson é uma porra de um armário. Você tem ideia do que aquele cara faria a você? — Bem, pensei que talvez nós dois. — Também não sou grande coisa. — Foi a resposta curta de Rube ao meu comentário....

...Como de costume, papai e eu fomos para o trabalho no sábado, na casa dos Conlon. Em vez de manter você em suspense (se é que você ainda liga para isso), eu podia muito bem dizer que, dessa vez, ela estava lá, linda como sempre. Eu ainda estava trabalhando debaixo da casa, quando ela veio. — Ei, senti sua falta na semana passada — falei quando ela apareceu, e na mesma hora dei um tapa na cabeça, a frase era muito ambígua. Quero dizer, será que significava senti sua falta, como em "eu não vi você" (que era a mensagem pretendida) ou significava você partiu meu coração por não estar aqui, vaca idiota? Não tinha certeza de qual mensagem estava transmitindo. No fim das contas, só podia torcer para que ela pensasse que eu estava dizendo apenas que não nos vimos. Você não pode parecer muito desesperado em uma situação assim, mesmo que seu coração esteja acabando com você por dentro...

Em mais uma leitura de esbarrão estamos aqui compartilhando novas descobertas, já que seria bastante pretensioso dizer que compartillharmos conhecimento...

Esse livro me chegou através de um vídeo do pessoal do Homo Literatus que citou a obra e me despertou curiosidade no ato, fui conferir...

"O Cavaleiro Inexistente" de Italo Calvino, narra a trajetória do cavaleiro Agilulfo, famoso pela armadura sempre branca, pela destreza em combate e pela disciplina militar. Fazendo parte da seleto grupo de paladinos que servem ao Rei Carlos Magno, Agilulfo teria ainda mais destaque se não fosse por uma certa particularidade... Por dentro daquela armadura branca, não existe nada, se ouve uma voz e se vê a armadura mexer e lutar, mas dentro dali há um vazio, um cavaleiro que ao menos físicamente, não existe.

A saga do Cavaleiro Inexistente se divide entre outras histórias de personagens que nno contexto da cavalaria e guerras, buscam sua redenção junto a glória e nobreza nos feitos. De igual forma Agilulfo após ser indagado sobre como teria conquistado seu título de cavaleiro, parte numa busca angustiante para reencontrar a dama que ele salvou das mãos de um mal feitor.

Sempre com uma visão cômica dos fatos e personagens, nas horas das batalhas e noutros momentos a narrativa se aproxima do filosófico também sempre em paralelo com a metalinguagem do ato de escrever, já que tudo em verdade é narrado por uma freira presa em um convento.

Leia dois trechos do livro abaixo:

"...O Sinal de que começara a batalha foi a tosse. Viu lá em baixo uma nuvem de poeira amarela que avançava, e outra subiu do chão porque os cavalos cristãos também se haviam lançados para a frente a galope. Samblado começou a tossir, e todo o exército imperial tossia entalado em suas armaduras..."

"...Portanto o importante era entender-se, coisa não muito fácil entre mouros e cristãos e com várias línguas mouras e cristãs entre eles, se alguém recebia um insulto indecifrável, que podia fazer? Era preciso suportá-lo e quem sabe se ficasse desonrado pelo resto da vida. Por tanto nessa fase do combate, participavam os interpretes, tropa rápida, com armamento leve, montada em cavalinhos, que circulavam ao redor, captavam no ar os insultos e os traduziam imediatamente na língua do destinatário...



Nascido no dia 15 de outubro de 1923, Italo Calvino era natural de Santiago de Las Vegas, em Cuba. 

Italo Calvino foi apresentado e conviveu com grandes intelectuais de esquerda de seu tempo. Foi na década de 1950 que ele publicou os livros que o tornariam famoso internacionalmente. O primeiro deles, de 1952, foi O Visconde Partido ao Meio, que seria acompanhado pelo clássico O Barão nas Árvores, de 1957, e O Cavaleiro Inexistente, de 1959. A partir daí, o trabalho de Italo Calvino ganharia muita repercussão e ele publicaria outros importantes textos nas décadas seguintes, com destaque para O Castelo dos Destinos Cruzados, de 1969, As Cidades Invisíveis, de 1972, e Palomar, de 1983.

Vítima de uma hemorragia cerebral, Italo Calvino faleceu no dia 19 de setembro de 1985, deixando um imenso legado para a literatura mundial.

Veja o que mais esbarrou por aqui no Movimento!

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A revista Britânica de literatura Granta, que garimpa ao redor do mundo, jovens escritores formadores da literatura contemporânea, passou entre 2012 a 2013 pelas terras tupiniquins e após uma intensa busca e seleção, lançou em 2013 o 9º número de Granta – Jovens Escritores Brasileiros.
O livro reúne textos de 20 autores selecionados de até 40 anos, que melhor representam a literatura contemporânea brasileira. Nomes como Luisa Geisler, vencedora do prêmio Sesc  de literatura aos 19 anos de idade e outros nomes mais rodados como de Daniel Galera, João Paulo Cuenca, Michel Laub, Ricardo Lísias entre outros.

Cristovão Tezza, Italo Moriconi e mais 5 especialistas formam a comissão de jurados que ajudou a escolher e organizar o livro. Através das páginas, textos inéditos, contos e trechos de romances é possível observar a quantas anda a “primeira divisão” de autores brasileiros, esses que conquistaram importantes prêmios e alcançaram a atenção das grandes editoras. No livro, diferentes temas e estilos retratam um Brasil cada vez mais cosmopolita, que no entanto mantém presente, ainda que implícita sua raízes culturais e o modo brasileiro de enxergar os conflitos e as relações pessoais.

Para o restante de milhares de escritores, publicados ou não que ficaram de fora, e que ainda estão de fora do mercado editorial, Granta Nº Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros, serve como rica referência que não é definitiva mas pode fornecer novos horizontes do campo literário, que mesmo vasto parece as vezes tão repetitivo e frágil de novidades.

Trecho do Conto Apneia de Daniel Galera
…E não ligou mais. E eu acabei ficando preocupado. Uns meses depois, sem ter notícia dele, peguei minha moto num fim de semana, a Suzuki cinquenta cilindradas que eu tinha na época, e eu fui até Garopaba. Oito horas de viagem pela BR 101, contra o vento. A gente tá falando de mil novecentos e sessenta e sete. O acessso pra Garopaba era feito por uns vinte quilometros de estrada de terra e em alguns pontos de areia pura, e no caminho tu via meia dúzia de casinhas de agricultor e só morro e mato. As pessoas, se tu tinha a sorte de encontrar com alguém, andavam descalças e pra cada moto ou caminhonete Rural tinha cinco carros de boi...


Autor de "O Poderoso Chefão" numa intriga baseada no contexto da Segunda Guerra Mundial, não bastando com um "Q" de "Bastardos Inglórios… Esse é o clima encontrado em Seis Túmulos para Munique de Mario Puzo.

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

Lançado pela Editora Record, 192 páginas e com mais um grande trabalho do capista Igor Campos

Trecho do Livro:

..."Rogan e Vrostk os seguiram até desaparecerem num edifício com a fachada ornamentada. Então Vrostk pegou um taxi e foram até o consulado. Ele deu a Rogan o dossiê do húngaro para ler.
     - Isso o colocará a par do resto da noite de Pajerski - disse. - Não precisaremos segui-lo para lugar algum. Ele faz o mesmo todas as noites.
O dossiê era curto mas, informativo. Wenta Pajerski era o oficial executivo da polícia secreta comunista em Budapeste. Trabalhava duro de dia no edifício administrativo da prefeitura. Também morava nele. Tanto o escritório quanto seus aposentos residenciais eram fortemente protegidos por destacamento da policia secreta…" 



O que é Literatura de Esbarrão?
Pense em todos de sua lista que você não conseguirá ler… agora pense nos outros tantos livros que você nem colocará em sua lista porque nem ouviu falar… Temeroso não é?
A literatura de Esbarrão aqui do Moviemento tenta diminuir essa "tragédia" em nossas vidas, citando alguns títulos e autores e reproduzindo um pequeno trecho do livro para que tenhamos um mínimo contato com aquela obra…

Veja outros Esbarrões:
Fernão Capelo Gaivota
A Culpa é das Estrelas
A Queda de Alberto Camus
Bartleby e Cia - de Enrique Vila Matas
A Peste de Alberto Camus
Suicídios Exemplares
As Melhores Histórias de Sherlock Holmes


Imagine se ao tocar ou esbarrar em uma pessoa, pudéssemos obter todos os seus segredos, pensamentos ou segredos... Ou um pouco menos fictício; ao tocar ou apenas folhear os livros pudéssemos "ler" todas aquelas palavras em questão de segundos... 

Bem menos fictício do que essas opções, bem real na verdade, podemos "esbarrar" nos livros, e diante de tão pouco tempo e tantas opções e vontades essa Literatura de Esbarrão propõe a visita a livros que talvez não cheguemos a ler, mas vamos sim esbarrar em sua história e personagens...

A Editora Intrínseca acerta mais uma vez mantendo o alto nível de seus lançamentos. Livros de sucesso de publico e crítica, citando alguns: "O Lado Bom da Vida", "A Visita Cruel do Tempo", "A Menina que Roubava Livros" entre outros. Seguindo a seqüência da maiorias dos exemplos acima, "A Culpa é das Estrelas" também foi adaptado para o cinema. 

Sem mais explicações, lembrando que isso não é uma crítica, mas um esbarrão literário.


...- Só estou dizendo que talvez os ovos mexidos sejam guetizados, sim, também são especiais. Há um lugar certo uma hora certa para eles, como para rezar.
- Você não poderia estar mais equivocado - falei. - Está se deixando influenciar pelos pensamentos bordados nas almofadas dos seus pais. Você está argumentando que uma coisa frágil e bela é bela só porque é frágil e rara. Mas isso é uma grande mentira, e você sabe disso.
- Você é uma pessoa difícil de se consolar - o Augustus disse.
- O consolo superficial não é um consolo verdadeiro - falei - Você já foi uma flor rara e frágil. Você se lembra disso. Ele ficou em silêncio por um instante. 
- Você sabe como calar minha boca Hazel Grace. - É meu privilégio e minhas responsabilidade - retruquei... 

...- Estou apaixonado por você - ele disse baixinho.
- Augustos - falei.
- Eu estou - ele disse, me encarando, e pude ver os cantos dos seus olhos se enrugando. - Eu estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia que tudo que fizermos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você
- Augustos - repeti sem saber mais o que dizer...
Cartaz do longa "A Culpa é das Estrelas"
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