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Tim (Domhnall Gleeson) é um jovem introspectivo, que não tem lá muito jeito com as mulheres, namoradas etc... Quando completa 21 anos seu pai lhe revela o segredo da família; que os homens daquela família possuem o poder de viajar no tempo, bastando ir para um local escuro e pensar com afinco numa determinada época e pronto! Lá estará ele, desde que tenha vivido aquela situação, poderá voltar aquele momento quantas vezes quiser. 

Questão de Tempo é uma "comédia romântica" com um "Q" de ficção científica, “q” minúsculo na verdade, pois, mesmo diante desse grande feito dos personagens (viajar no tempo) e mesmo sem a presença de teorias científicas ou físicas para embasar o roteiro, embarcamos e acreditamos sem problema na história de Tim. De certo ponto, essas viagens no tempo são o que menos importa na trama, sendo de maior destaque e deslumbre o esforço que o personagem faz para encontrar sua cara metade e construir sua vida, familiar, profissional e sentimental. Será essa viagem que iremos acompanhar, suas inda e vindas e a conseqüência que cada mudança provocada no passado, terá no futuro.

A direção e o roteiro é de Richard Curtis, responsável por Quatro Casamento e um Fúneral, O Diário de Bridget Jones e Um Lugar Chamado Notting Hill, ao relembrar esses filmes pode-se imaginar o tipo de humor que veremos em “Questão de Tempo”, previsão que se confirma com um roteiro inteligente e personagens reais, que desde o primeiro instante nos faz torcer e nos reconhecer em cada um de seus dramas, dificuldades e trapalhadas. Passando pela boa atuação de Domhnall Gleeson no papel principal aos constantes roubos de cena que Bill Nighy (pai de Tim), provoca provoca quando está em cena.

Por fim a grande sacada de “Questão de Tempo” não está no ineditismo do tema, “viajem no tempo”, aja vista filmes como Efeito Borboleta, Alta Frequência, Feitiço do Tempo entre outros, mas sim no enfoque dado a esse tema mágico que perto da beleza dos detalhes de nossas vidas, fica parecendo normal, quase banal.




Ao final do longa “300” (2007), depois que conhecemos a heróica batalha de Leônidas e seus homens, uma nova marcha do exército grego unificado contra as tropas de Xerxes é anunciada. O criador dos quadrinhos e roteirista Frank Miller e o diretor Noam Murro, contam em “300 - A Ascensão do Império” como se chegou a essa união da Grécia contra Xerxes, numa história paralela a saga de Leônidas e seu exército de 300 bravos soldados.

Antes de uma batalha a rainha Gorgo viúva de Leônidas (Lena Headey), conta a seu exército os feitos do general ateniense Themistokles (Sullivan Stapleton), durante a Batalha de Maratona, quando matou o rei Persa Dário, pai de Xerxes. Segunda a lenda, isso teria dado origem ao ódio que Xerxes sente pelos gregos, e um dos principais motivos por mais tarde, já como o Deus-Rei, iniciar a marcha para dizimar o povo grego da face da terra.

Deste ponto de vista somos levados a conhecer a história do General Themistokles, enquanto Leônidas segurava o exército de Xerxes nas Termopilas, outra batalha acontecia em alto mar entre as tropas Gregas e os navios persas liderados pela determinada e sanguinária Artemisia (Eva Green), que assim como Xerxes também nutri um profundo desejo de vingança contra os gregos. É agora essa história que interessa.

Aproveitando um mesmo veio narrativo, que no primeiro longa é direcionado pela narrativa em off do personagem Tilos sobre os feitos de Leônidas, o diretor Noam Murro repete a mesma formula com roteiro de Zack Snyder, Kurt Johnstad e do próprio Frank Miller (autor da obra original). Dessa forma vemos novamente cores fortes, num filme por vezes escuro, fotografia com cores e tons estourados, ótimo 3D nos efeitos especiais e uma trilha sonora que dá ritmo e maior emoção nas sangrentas cenas de batalha. Câmeras lentas e muito sangue jorrando na tela são características aqui até mais exploradas do que no primeiro filme. Porém, se em alguns momentos tais repetições parecem exageradas e oportunistas, como por exemplo um novo “núcleo” de pai e filho disputando a guerra lado a lado, assim como tínhamos visto no primeiro longa, esse mesmo oportunismo ou falta de criatividade não chega a comprometer a produção.

No elenco a participação um pouco maior do brasileiro Rodrigo Santoro como o Deus-Rei Xerxes, e a presença contundente de Sullivan Stapleton como Themistocles, não despertam tanta atenção quanto o trabalho de Eva Green, que consegue tirar de um personagem com uma rica história, uma atuação que rouba a cena, e a coloca como centro das atenções e até mesmo responsável pelas principais ações de toda a história.


Nem mesmo supostas incoerências e inverdades históricas que causam discussões entre os especialistas do tema, devem fazer de “300 - A Ascensão do Império”, uma experiência fílmica menos prazerosa, pois mesmo com uma violência explícita que as vezes parece desnecessária, e bebendo constantemente dos acertos do primeiro longa, o filme de Noam Murro, cumpre com aquilo que propõe, e com o que se pode esperar dessa que não continua, mas amplia toda a história das batalhas entre gregos e persas. Posto isso e principalmente lembrando que toda a história vem de uma adaptação dos quadrinhos de Miller, ou seja, não são os dados e a fidelidade histórica dos fatos a maior preocupação a ser seguida; a produção acaba sendo justa e eficaz. Para os que já gostaram do primeiro longa, vale a pena conhecer mais essa parte da história.

Mais um texto publicado em nosso parceiro O Cinemista. Dessa vez, "O Grande Mestre" de Wong Kar Wai.

Depois dos longas “Amor à Flor da Pele” (2000) e “2046” (2004), considerados obras primas do diretor Wong Kar Wai, veio a vez de “Um Beijo Roubado”(2007), uma espécie de versão Hollywoodiana de seus filmes anteriores. Mais ou menos como fez o mexicano Alejandro González Iñárritu com “Amores Brutos” (2000) e “21 Gramas” (2003). No entanto, mais tarde após um hiato de 6 anos, Kar Wai volta a filmar em grande estilo em sua Hong-Kong com o longa “O Grande Mestre” (2013), contando a história de Ip Man, nada menos do que o mentor de Bruce Lee.

Leia a crítica completa no link. 


Em "Ajuste de Contas" o diretor Peter Segal narra a trajetória de duas lendas do boxe que sempre mantiveram uma grande rivalidade dentro e fora dos ringues. Após duas duras lutas com uma vitória pra cada lado Henry "Razor" Sharp (Sylvestre Stalone) e Billy "The Kid" McDonnen (Robert de Niro) tentam se esconder dos tempos de fama e glória que viveram no mundo do boxe. Enquanto Razor se esconde numa siderúrgica e ocupa a mente com esculturas de "ratos de metal", Kid vive entre seu bar e a concessionária de carros, indignado por nunca ter tido a terceira luta contra Razor, luta que segundo ele mostraria quem de fato era o melhor entre os dois.

Quando um oportunista agenciador de lutas propõe aos dois que participem de uma espécie de luta virtual para um novo video-game, a guerra entre os dois vem a tona, e o que era pra ser apenas no mundo virtual surge como uma tremenda necessidade do derradeiro ajuste de contas.

Até aqui nada de novo, se esses lendários pugilistas não estivessem a muitos anos aposentados. Neste ponto a presença de Stallone e de Niro dá muito mais força aos paradigmas que o longa vai trabalhar sempre pontuando e confrontando o velho e o novo, o tradicional e o moderno, num ritmo bastante leve e cômico como de costume para a carreira do diretor com filmes como: Tratamento de Choque, Golpe Baixo, Como se fosse a Primeira Vez e outros.

Os próprios atores são "vitimas" desse "deboche" em claras referências a série Rocky e a Touro Indomável que Stallone e De Niro ficaram marcados respectivamente. Com essas escolhas o diretor Peter Segal acerta a medida de não levar-se tanto a sério e por outro lado não entregar um trabalho ingênuo ou despretensioso demais, vale a pena conferir!




No final da crítica de "O Vencedor" (2010) que escrevi para o Cenas de Cinema, digo que tal filme foi um ponto fora da curva na carreira do diretor David O. Russel. Pois bem, "Trapaça" (2013) consiste num novo ponto "fora" da curva de uma carreira que agora se mostra consistente e interessante.

Da mesma forma que em "O Vencedor", "Trapaça" indicado a dez Oscars possui um roteiro cheio de camadas, além de reviravoltas que o diretor mais uma vez soube direcionar muito bem, num ritmo constante que mantém o climax da história sempre em evidência.

Christian Bale é Irving Rosenfeld, um sujeito que depois de uma infância difícil, decidiu que ele mesmo seria responsável por seus ganhos e negócios. Dono de uma pequena rede de lavanderia, pratica pequenos golpes vendendo quadros falsificados. Quando conhece Sydney Prossser (Amy Adams) a atração entre os dois é imediata, embalados pelo som de Duke Ellington igualmente admirados pelos dois, nasce um romance e uma nova parceria de negócios e trapaças. O sucesso nos negócios também é instantâneo, até que Richie DiMaso surge no caminho da dupla. 

Richie um agente do FBI disfarçado que após desmascarar Irving e Sydney irá obriga-los a aplicar golpes em políticos e mafiosos "a serviço" do FBI. Nesse clima já tumultuado em que Richie parece viver um certo affair com Sydney criando um tempestuoso triangulo amoroso, surge Rosalyn (Jennifer Lawrence), esposa descontrolada e barraqueira de Irving. 

Neste cenário, com esses importantes personagens em interpretações riquissimas do quarteto é que se desenrola toda a trama de "Trapaça", nos bastidores, à margem de políticos corruptos e de todo o "glamour" da máfia é que Irving e cia tentarão conquistar o seu quinhão.
Os personagens são ricos e complexos, vigaristas com crise moral e conflitos internos. Para dar vida a esses personagens o figurino enfatiza a caracteristica de cada tipo, roupas, penteados, maquiagem e a música das discotecas sempre presente.  Christian Bale mais uma vez além de uma grande interpretação aparece em mais uma impressionante transformação física como já virou costume em sua carreira. Aqui, "careca-cabeludo" e com uma bela barriga para ostentar.

Jeremy Renner faz uma boa participação como um prefeito em meio a escusas negociações e Robert de Niro também numa rápida e  interessante participação como um mafioso vivido e astuto. Trapaça marca a repetição das parcerias do diretor com os atores, desde Badley Cooper, Robert de Niro e Jeniffer Lawrence em "O Lado Bom da Vida" à Christian Bale e Amy Adams em "O Vencedor" e agora em "Trapaça". 

Mais do que boas escolhas o diretor mostras que sabe lhe dar com grandes nome e tirar deles grandes momentos frente a câmera.


Nos moldes de "Zodíaco" 2007 o longa "Os Suspeitos" do diretor Canadense Denis Villeneuve mantem-se firme num ótimo roteiro que não se apressa em contar a história mas respeita um ritmo lento, que dá ao filme um caráter especial.
Em meio a um almoço de Ação de Graças na casa de seu amigo Franklin (Terrence Howard), Keller Dover (Hugh Jackman) percebe que a filha Anna e Joy sua amiga estão demorando para voltar de sua casa onde foram buscar um apito de urgência. Após procurar nas duas casas e em todos os cômodos, seu filho mais velho Ralph informa sobre a estranha presença de uma Van estacionada na rua, dentro dessa alguém parecia observar as meninas enquanto brincavam ao redor do automóvel.   
Assim se instala o pânico em todos, a polícia é avisada e tem início a caça a Van e ao seu misterioso motorista. Nesse ponto entra em cena do detetive Loki (Jake Gyllenhaal), conhecido por nunca ter perdido um caso, talvez o seu maior desafio esteja nesse perigoso e intrigante mistério.
Com um grande elenco nas mãos, Maria Bello, Terrence Howard e Jake Gyllenhaal num papel parecido com o de "Zodíaco", o diretor Denis Villeneuve manteve não apenas esses nomes como também toda a trama bem ajustada e controlada por suas lentes. Hugh Jackman fez uma preparação toda especial para vivenciar o papel, fazendo pesquisas com os problemas do alcoolismo e o comportamento de pessoas que vivenciaram grandes tragédias.
Sob uma luz sempre opaca, num clima denso e lento a trama é narrada em suas minucias, sem pressa de contar a história e mergulhar nas diversas reviravoltas que acontecem e principalmente no drama que cada uma dessas mudanças causa nos personagens. O publico precisa sim de paciência e "compromisso" com a história em suas 2 horas e meia de filme. Mas certamente será recompensado com um filme que aos poucos vai se desvendando e permitindo diversas inferências, mesmo ao seu final ou em possíveis e futuros reviews da película.

Mais um texto publicado no parceiro O Cinemista, dessa vez o filme Coreano "A Visitante Francesa" na sessão Cinecult, vejam o trailer e o início do texto por aqui e a crítica completa no O Cinemista

Depois da fracassada tentativa de resolver um problema familiar através de uma discussão com sua tia, a jovem Wonju se refugia abatida em seu quarto. Diante do problema insolúvel tentará escrever o roteiro de uma história para tentar esquecer aquele momento amargo. O roteiro trata-se uma visitante francesa que chega a uma praia da Coreia do Sul para visitar um amigo, diretor de cinema, assim como ela...


Seria errado dizer que o fato de um filme brasileiro ter muitos “atores” brasileiros o torna menor? Seria então também errado afirmar que uma qualidade desse mesmo filme é ele não parecer com os demais filmes nacionais?
Pois Mato Sem Cachorro do diretor Pedro Amorim mostra que tais afirmações “bestiais” podem sim ter certa razão. Leia a crítica completa no ótimo O Cinemista, site parceiro de cinema.

Tudo por um Sonho narra a história do surfista Jay Moriarty que aos 15 anos fica obcecado pelas Mavericks, ondas gigantescas do litoral da Califórnia e treinado pela lenda do surf  Ricky "Frosty" Hesson   parte de encontro a esse sonho e desafio que pelo menor vacilo pode se tornar mortal. Para isso Jay treina e estuda duro, e em qualquer erro que cometa Ricky, um tutor experiente e bastante exigente está ali para repreende-lo duramente e lembrá-lo sempre do perigo à frente.

Jonny Weston é uma boa surpresa no elenco que conta com Elisabeth Shue, numa atuação mal explorada e Gerard Butler, num personagem confuso que o ator não consegue traduzir quais são seus verdadeiros dramas e motivações. Já Jonny parece a vontade interpretando com tranquilidade o pacato e bondoso Jay Moriarty, sem com um sorriso no rosto, coragem e determinação em suas tarefas, mesmo num papel tão "simples" propenso ao lugar comum o ator consegue manter-se com naturalidade na abordagem que faz do simpático Jay Moriarty.


A direção de Michael Apted e Curtis Hanson se não é um problema para o longa, acrescenta pouco, mantem-se escondida por de trás de uma boa história apenas contando-a. A empatia com o longa e principalmente com o personagem principal, de certo existirá, mas não pela condução pouco inspirada de seus criadores. Mesmo quando acertaram na tentativa de inserir dramas externos, além do mar que cercam e influenciam os personagens, o fizeram de forma preguiçosa ou mal explorada. 

O Longa chegou ao Brasil direto para as locadoras em abril de 2013, e por algumas belas imagens e pelas história e feitos de Jay Moriarty vale sim a pena, ser assistido.    

Jay Moriarty e seu tutor Ricky Frosty 



Está chegando o grande dia 13 de dezembro, enquanto isso mais um trailer da continuação de O Hobbit - a Desolação de Smaug.





Dirigido pelo brasileiro José Padilha de "Tropa de Elite" o remake do "policial do futuro" tem estréia marcada para 31 de janeiro de 2014.



Além da direção de Padilha o elenco também chama bastante atenção com nomes de peso como Gary Oldman, Michael Keaton e Samuel L Jackson.

Disponível finalmente o segundo trailer de O Hobbit - A Desolação de Smaug que estréia em dezembro de 2013





A refilmagem de “A Morte do Demônio” “vende-se” como um dos filmes mais assustadores dos últimos tempos. Pretensões ou marketing a parte o longa dirigido pelo estreante Fede Alvarez não cumpre com o que promete, ainda que tecnicamente impecável permanece num limbo não sendo nem um remake (já que corta característica bem específicas do original) e tão pouco alcança algo novo.

Veja o trailer e leia a crítica na integra que publicamos no nosso parceiro O Cinemista



A história de Tarzan chega enfim a versão 3D, com roteiro escrito por Jessica Postigo e Yoni Brenner, algumas mudanças foram feitas na clássica história. Nessa nova versão, John Greystoke Jr. perde os pais em um acidente de helicóptero e se perde na selva, sendo mais tarde encontrado e criado por um bando de gorilas.

O visual é fantástico, com direção de Reinhard Klooss e produção da Summit Entertainment e da Constantin Film. Estréia prevista para 6 de dezembro.



Com "Turbo", lançamento da DreamWorks o diretor David Soren vem contar mais uma história de superação, baseado no lema: Nenhum sonho é grande demais e nenhum sonhador é pequeno demais. Esse tema já foi visto tanto no cinema como na literatura, a transformação do ordinário para o extraordinário; Wall E, Formiguinha Z e Fernão Capelo Gaivota só para citar alguns exemplos. No entanto, em Turbo essa saga é vivida por um caracol fascinado pelo mundo das corridas e velocidade. E é nesta ironia (Caracol x Velocidade) que o longa aposta para cativar o publico, tendo ainda uma bonita mensagem que "surge" em meio a graça e o bom humor. 

Quando o dia amanhece num canteiro do jardim, o som de um bule na janela é para uma colonia de caracóis o som que determina o início de mais um dia de trabalho. Pegar tomates maduros, escapar dos ataques das aves e seguir a instrução mais importante: Entoca e rola... Assim segue os dias de centenas de caracóis exceto o de Theo que está mais preocupado em alcançar novas velocidades e derrubar antigos recordes de velocidade. No entanto, isso é visto com maus olhos por todos os outros caracóis e principalmente por seu irmão Chet, que sendo um dos líderes do grupo preza pelo cuidado e ordem de todos.

Em meio a esse impasse de não se enxergar entre os outros indivíduos do grupo e estar perdido em uma vida que parece não fazer sentido. Theo caminha desolado por um viaduto, quando acidentalmente cai dentro do motor de uma carro de corrida e nisso seu corpo passa por uma espécie de mutação que lhe dá uma super velocidade. A partir daí a saga de Theo, ou melhor Turbo (como se autodenomina) tem início, é quando ele e seu irmão Chet entram no caminho de Tito, um frustrado vendedor de comida mexicana que até ali também não havia encontrado motivação maior para sua vida, nem meios para realizar seus sonhos. Mas agora com Turbo, seu "amiguito", como é carinhosamente chamado os dois encontrarão meios para levarem seus sonhos adiante e a audácia ou irresponsabilidade dessa dupla os levará às 500 Milhas de Indianápolis.





No elenco um time de respeito faz as vozes dos personagens; Ryan Reynolds(Turbo), Paul Giamatti(Chet), Snoop Dogg, Luiz Guzman, Michelle Rodriguez e Samuel Le Jackson. A animação, cor e os detalhes do longa são lindos, capazes de dar doçura a criaturinhas tão gosmentas como os caracóis. As cenas de corrida também são muito boas, realistas e empolgantes, cabendo até em dado momento uma nova versão de "Eye of the Tiger" para turbinar de vez a empolgação do personagem principal e por conseguinte do público.

É assim que o filme Turbo deve ganhar o espectador, que inicialmente enxergará apenas uma história meio absurda, mas depois verá que ali, em meio a caracóis e carros de corrida podem estar muito de nossas angustia e sonhos, no entanto como nos diz o "nosso amiguito": Não existe sonho grande demais, nem sonhador pequeno demais".

Veja o trailer abaixo:





Veja o trailer de O Hobbit - a desolação de Smaug que tem estréia prevista para 13 de dezembro de 2013.


Para o bem ou para o mal, o diretor Peter Jackson dividiu o livro O Hobbit em três longas, ótimo pois quanto mais Hobbit melhor, mas ruim pela espera que no entanto, valerá a pena!